Novos desafios se apresentam às empresas e é preciso gerir informações para vencê-los. Veja como usar BI na Gestão do Conhecimento!

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BI e Gestão do Conhecimento: Conheça 3 problemas que ele ajuda a evitar

Tal qual o dilema de “crescer, mas crescer de forma sustentável”, os desafios inerentes ao mundo competitivo e ao grande volume de informações que se acumulam nas organizações a cada dia configuram um importante cenário de detalhes críticos ou de oportunidades.

Problemas e situações que podem ser evitados com o uso de uma ferramenta de BI para a gestão do conhecimento -fazendo a gestão e auxiliando nela- por exemplo, são vários.

Isso porque, como você viu ou pode ver, o conceito de BI integra um importante esforço para que organizações de diferentes setores tenham como tornar suas tarefas mais ágeis e pautadas em conhecimento aplicável, o que faz grande diferença em suas performances.

Para te ajudar a entender melhor quais os desafios que isso ajuda a contornar, hoje separamos 3 problemas que BI pode ajudar a evitar:

1 – Burocratização e “ilegibilidade” de informações

O primeiro passo é a simplificação de processos, que pode refletir em capacidade para as equipes e gestão. Um exemplo é a “demora” para agir, por conta de burocratização ou dificuldade no domínio de inteligência competitiva ou autoconhecimento do negócio, como no caso de um dado já obtido, mas “parado” na empresa por falta de entender o que ele representa ou mesmo “desprezado” por a empresa não enxergar seu potencial ou não saber em que ou como aplicá-lo.

A primeira coisa em que o BI ajuda é no conhecimento a respeito da própria organização e dos dados que chegam até ela, tornando-os apresentáveis de forma muito mais clara e delimitada, inclusive filtrando-os.

2- Investimentos muito alto com sensação de pouco retorno

Muitas empresas investem em ferramentas de TI -que são importantes- mas no dia a dia vão encontrando dificuldades de entender o retorno que elas poderiam lhe dar na totalidade. Isso pode ocorrer visto que elas nem sempre sabem como aproveitar 100% do potencial ou recursos fornecidos, uma vez que sentem que não consegue “decodificar” ou perceber todas as informações que lhes chegam.

Tal situação pode gerar a sensação de investimento, mas com pouco retorno -por não saber lidar com o conjunto de dados- o que afeta ainda mais o negócio em outra esfera, achar que investir é desnecessário, colocando-o em desvantagem competitiva ainda maior.

A ideia para otimização de recursos, ao discutir isso, pode ser também mostrar que às vezes um investimento menor, porém mais certeiro, com ferramentas intuitivas, que ‘cruzam’ dados de forma eficaz,  pode já resolver o problema, sem que a empresa tenha de gastar muito com soluções que não sejam efetivamente as mais apropriadas para ela -veja aqui como escolher o melhor fornecedor de tecnologia, obtendo inclusive uma consultoria totalmente voltada às necessidades de cada negócio em si.

3- Falta de direcionamento e entrega de informações às áreas

Outra coisa importante é saber sobre o self-service de BI. Ele pode permitir que as áreas selecionem, no tempo que precisam, exatamente aquilo de que necessitam, para aplicar no negócio.

Ter uma “leitura” de dados sem direcionamento de potencial do que eles representam a cada setor pode gerar um problema de “finalização” do processo, que é quando a empresa sabe dos problemas, conhece as oportunidades e os indicadores, mas não consegue “distribuir” essa informação para gerar o objetivo maior desse esforço: a tomada de decisão.

Com BI isso não acontece, pois a ferramenta escolhida ajuda a catalogar esses dados e a classificá-los de acordo com a importância, não deixando passar o que é útil e relevante e sabendo a que ponto ele interessa, o que ajuda o gestor a ter uma postura mais proativa frente aos problemas, ameaças ou mesmo insights de negócio.

 

Postado por Kyros Tecnologia em 19 junho, 2019


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