O conceito de Machine Learning, interligado aos aplicativos pode criar soluções mais avançadas e melhorar a experiência de seus usuários.

863

Como utilizar o conceito de Machine Learning em Mobile Apps?

Mais do que uma necessidade reconhecida para acompanhar tendências de negócios cada vez mais acentuadas pela crescente tecnologia, desenvolver aplicações para dispositivos móveis se tornou uma forma de as empresas conseguirem pensar e criar ainda mais diferenciais competitivos.

Para inovar e surpreender nesta área, no entanto, é preciso constantemente buscar ferramentas e métodos que sejam eficazes na geração de experiência diferenciada aos usuários. E é aí que trabalhar com a chamada inteligência artificial, tida como uma das coisas que mais crescerá no que diz respeito ao mercado de aplicativos, entra em cena.

Dentro desta perspectiva, neste post iremos abordar o conceito de Machine Learning, explicando um pouco sobre como pode estar interligado aos aplicativos e a esta conjuntura e de que maneira se pode criar soluções mais avançadas com ele:

O que é Machine Learning?

Ao pé da letra, Machine Learning significa algo como “aprendizagem de máquina”, mas na verdade sugere uma forma de obter inteligência  a partir da programação de tecnologias que consigam realizar ações “pensadas” durante sua operação nos dispositivos, por exemplo. É como se as máquinas ganhassem uma forma de “pensar fora da caixa” com inteligência extra.

Como se o dispositivo, dotado de um sistema assim, não apenas “obedecesse” ou executasse comandos, mas também raciocinasse a respeito do que é preciso ou conveniente fazer em determinadas situações, tornando-se não só “serventia” como também inteligência. Esta, aliás, é a ideia: fazer com que a máquina “aprenda” a agir.

Em outras palavras, o termo representa uma maneira de utilizar inteligência artificial que crie softwares mais capacitados, os quais, na prática, se tornam capazes de se comportar de modo mais ajustado à realidade em que estão trabalhando.

Um sistema inteligente nunca estará totalmente limitado ao que ele se propõe a fazer, mas terá um poder de interação e iniciativa sempre maior em relação a outros, pela capacidade de interpretar e corresponder mais adequadamente às informações fornecidas.

Qual a importância desta inteligência?

Os dispositivos em si são apenas máquinas, projetada com diversas funcionalidades, é verdade. Mas recebendo aplicativos que tenham sido planejados com uma linguagem inteligente conseguem agir de forma coerente com a análise de diversos dados que podem ser lidos por ele com uma espécie de “consciência programada” e induzir a respostas mais ou menos diferentes, dependendo do caso.

Ou seja, a aplicação vai ser dotada de uma linguagem que lhe permita distinguir e interpretar melhor as informações, operando com complexidade cada vez maior e levando uma experiência muito mais completa às pessoas.

Esta qualidade atenderá melhor os usuários e pode contribuir para a diminuição do de churn rate nas empresas, na medida em que a aplicação de tal inteligência artificial -conseguida por meio do desenvolvimento de padrões avançados em computação- favorece também a relação com os clientes, ainda que não presencial, ofertando-lhes sempre uma experiência diferenciada.

Como utilizar este conceito nos aplicativos?

Para entender melhor como as duas coisas se relacionam vamos partir do pressuposto básico de que os aplicativos existem para facilitar a vida das pessoas, para estender a elas algumas funcionalidades práticas ao dia-a-dia, como tornar mais acessível e prazerosa alguma atividade (jogos e entretenimento) ou mais simplificada a realização de tarefas úteis para agilizar rotinas (contatos, agendas e eventos, cálculos e projeções e assim por diante).

Dicas para melhorar a experiência de seus usuários neste sentido, incluem, por exemplo, inserir ferramentas assistentes que “dialoguem” com o usuário e consiga solucionar dúvidas ou apresentar soluções mais rapidamente.

O software vai acabar interagindo de verdade com ele, ao invés de apenas oferecer uma aplicação básica ou servir para um fim específico e unicamente esperado, permitindo que os usuários extraiam o máximo possível de suas funcionalidades.

Tendo como base o que discutiu-se até aqui, é notável que aplicativos que se adaptem cada vez melhor ao perfil de uso de cada pessoa e que interajam de forma mais próxima e personalizada com os clientes consigam gerar maior engajamento e  retenção.

Além disto, aplicativos inteligentes respondem mais rapidamente às mudanças no padrão dos consumidores e são capazes de se unir à inteligência de dados das empresas para até mesmo apontar novos insights para o negócio, por meio da coleta, análise e encaminhamento correto das informações, o que permite conhecer cada vez melhor os usuários e aprimorar as soluções num processo de melhoria e de superação contínua.

E então, você já tem uma empresa de confiança para te ajudar no desenvolvimento de apps de sucesso? Entre em contato conosco e teremos o maior prazer em ajudar!

Postado por Kyros Tecnologia em 26 janeiro, 2017


Comentários

POSTS RELACIONADOS