Você já sabe quais são os possíveis erros na gestão de testes de software? Confira as principais dicas para evitar esses erros.

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5 erros na gestão de testes de software que você deve evitar

A etapa de testes de software é vital para o desenvolvimento, justamente porque permite conferir sua qualidade. De acordo com a experiência que as empresas passam no mercado existem, inclusive, ao menos 4 razões que indicam que é preciso testar o software antes de afirmar que ele está no nível adequado.

No entanto, bem se sabe que esse teste tão importante não pode ser feito de qualquer maneira. Há uma série de erros que se cometidos podem colocar toda a qualidade do programa a perder ou ensejar uma performance no mínimo duvidosa. Veja a seguir quais são eles e descubra como evitá-los:

1 — Falta de organização e planejamento

Nem deveria ser preciso dizer que não só o projeto em si como também o de testes de software necessita de um bom planejamento para que não se perca. Ter controle dos ciclos e formalizar as fases, atividades, ferramentas usadas e responsabilidades inerentes ao processo torna mais fácil seguir um percurso confiável.

A adoção de uma política formal de testes pode verificar e aprimorar a qualidade do software, incrementando a produtividade do ciclo de produção. Mas é válido lembrar que ela precisará definir, desde o começo, recursos e condutas que deverão ser implementadas a fim de tornar esse objetivo possível.

Deixar os testes para o final do projeto

Aqui é muito relevante entender que o teste é um processo contínuo dentro de um trabalho de desenvolvimento de software. Não somente quando ele estiver pronto, mas sim em todas as suas fases, a presença de um mecanismo de gestão da qualidade, verificação de erros e correção de possíveis falhas é essencial para máxima qualidade.

Isso porque ainda mais em equipes menos enxutas, projetos prolongados ou amplos é comum que, no decorrer nas incrementações, ocorra a inserção de novos atributos que podem naturalmente gerar conflitos de código, bugs ou mesmo “refação” de todo o trabalho caso não sejam “confrontados” e testados o tempo todo. Tal ocorrência -para não dizer transtorno- demanda tempo muitas vezes comprometendo o time-to-market, esforço e mesmo custos.

Nesse ponto podemos destacar ainda o valor de continuous integration. Nele as verificações são feitas mais frequentemente, praticamente à medida em que atualizações são realizadas, o que reduz os índices de problemas no futuro. Devido ao fato de integrar o trabalho de mais membros dentro da mesma equipe mexendo no mesmo projeto ele evita “confronto de códigos” e outros entraves para a performance final do programa.

3 — Atribuição errônea de tarefas

Não ter uma equipe de teste apropriada e pensar que qualquer pessoa pode executar os testes de software é um grande equívoco. Isso porque um recurso de testes bem desenvolvido permite acompanhar corretamente a situação das fábricas de maneira muito mais efetiva -veja também 7 problemas que uma ferramenta para a gestão de testes resolve.

4 — Falta de comunicação

Nesse ponto cabe lembrar que medidas mais tradicionais de gestão de testes muitas vezes utilizam ferramentas razoáveis, mas ineficientes no todo para aprimorar e garantir essa comunicação perfeita.

Planilhas, por exemplo, podem acabar ficando sem as devidas atualizações em uma fração de tempo que já causa consequências ou desencontros no projeto (além, claro, de facilitar erros  saiba por que é, então, muito importante ter uma ferramenta para gestão de testes nesse contexto). 

E — como não lembrar? — CI também entra como coadjuvante importante na cultura imprescindível de valorização da integração mais dinâmica das equipes, favorecendo o controle da qualidade e gerando produtividade muito maior, além de minimizar falhas decorrentes de “trabalho sobre trabalho”, sem comunicação eficiente para garantir compatibilidade entre as ações.

5 — Não documentar as atividades de testes

Deixar a responsabilidade de conferir a qualidade do projeto e se os atributos da aplicação desenvolvida são compatíveis com as expectativas e exigências do mercado somente a cargo da equipe de testes é outro fator de risco.

Documentando todo o processo é possível que exista um controle e sincronia muita maior em toda a equipe responsável, de alguma forma, pela linha de negócio em que aquele produto está envolvido. Assim ela acaba podendo checar com maior confiabilidade todas as etapas e mesmo dar andamento certo a alguma etapa que seja interrompida até mesmo por razão de força maior em dado momento.

Bem por isso a integração de processos e também de equipes, bem como o comprometimento em documentar todas as fases, é mais uma vez muito importante —​​​​​​​  para não dizer decisiva. Nessa parte, a possibilidade de configurar e acompanhar muito mais precisamente e de perto workflows relativos à execução do projeto de software é outra vantagem.

E então, sua empresa está cometendo algum desses erros nos testes de software desenvolvido? Precisa de auxílio nesse sentido? Que tal conhecer o Kyts, a ferramenta ideal para atingir maior qualidade e produtividade nesse quesito?

Postado por Kyros Tecnologia em 11 outubro, 2017


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