O Watson é uma solução da IBM que vem sendo desenhada e projetada para o mercado há tempos e com capacidade de interação fora do comum com humanos.

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O que é o Watson? Bem-vindos à era cognitiva!

Tecnologia é algo que nunca para de se desenvolver e a cada dia somos surpreendidos por novidades na área.

Tais inovações impactam nossa vida e também podem fazer uma grande diferença em nossos negócios, na maneira como interpretamos e transformamos dados e no modo como conduzimos e agilizamos processos.

Uma das coisas que começamos a enxergar agora é o crescimento das chamadas computação cognitiva e inteligência artificial. Mas, afinal, o que é tudo isso?

Ainda parecem termos novos? Já ouviu falar do Watson, por exemplo?

Aproveite este post para descobrir como esses conceitos estão impactando nossa realidade!

Em primeiro lugar, o que é computação cognitiva?

Ao longo dos anos, desde que o computador foi introduzido na realidade das pessoas e das empresas, tem-se descoberto formas de transformar e facilitar a rotina e tarefas dos mais variados tipos com a ajuda dessa ferramenta.

No entanto, por longos períodos, apesar de toda sua capacidade incrível de otimizar procedimentos e facilitar consultas e registro de informações ou resolução de situações e problemas do dia a dia, esse item foi visto apenas como uma máquina, em sua essência.

Hoje, embora os dispositivos ainda precisem estar presentes, claro, para fazer a tecnologia acontecer em diversas frentes, pela primeira vez os computadores dotados de sistemas cada vez mais inteligentes começam a adquirir características que vão além de todas as que já vimos até aqui.

Isso significa que eles estão “aprendendo” a processar informações de uma forma avançada e a identificar sensações humanas e impressões antes não possíveis para uma máquina, como se estivessem sendo capazes de “pensar” —  e agir até mesmo.

Ou seja, computação cognitiva enseja um modo de o computador, por meio de sistemas ultrainteligentes, desenvolver raciocínio e propor saídas antes inimagináveis para algo de seu porte, bem como até compor músicas e ter contribuição mais do que de ferramenta e sim como “agente” em diversos meios.

No setor da saúde também existem impactos já bastante significativos e inovadores, bem como em diversos outros setores: é, portanto, o início de uma era cognitiva a nível global!

O ano de 2017, aliás, foi apontado como o ano da cognição (fazendo alusão  na medida em que há uma junção do termo à palavra “computação”), uma área que está crescendo a taxas anuais estimadas em 55% e fazendo com que os investimentos nesse campo aumentem na faixa de 8,5 vezes desde 2012.

Provas de que entramos em uma era que, definitivamente, veio para impactar bastante os modelos de negócios.

Nela, os serviços que as companhias atuais entregam aos clientes e a projeção de diversas áreas tendem a mudar.

Nesse contexto, o que o Watson propõe?

O Watson é uma solução da IBM que vem sendo desenhada e projetada para o mercado há tempos (com eclosão em 2011), e com capacidade de interação fora do comum com humanos.

Por meio de algoritmos inteligentes, agora o mercado está sendo apresentado a algo com potencial enorme de agregar potencialidades antes nunca vistas em relação às máquinas. Na medicina, por exemplo, o Watson conseguiu contribuir em precisão de diagnóstico por meio da análise de referências numa margem de 99% de acerto nos casos, de acordo com experiência realizada em um hospital de Nova York.

Isso mostra que, em determinados casos, ele é capaz de “pensar”, “analisar” como os humanos para tentar ajudar a, depois, encontrar respostas.

É o chamado “superprocessamento”, do qual podem partir soluções bastante novas e mais completas para diferentes áreas.

Desse modo, o IBM Watson é uma espécie de tecnologia que “pensa junto com o homem”. Ele é capaz de analisar dados (nem sempre evidenciais) e propor discussões e apontamentos em torno de determinada questão com considerável grau de rigor para um sistema artificial.

A combinação de análises algorítmicas e informações com as quais é colocado em contato permite raciocinar diante do apresentado. Ele “aprende”, memoriza e “raciocina” como o cérebro humano e daí é como se estudasse esses dados para achar algo novo (essa é a essência de tal sistema cognitivo).

De acordo com a consultoria IDC a adoção de sistemas cognitivos deve disparar a receita do setor dos 8 bilhões de dólares para 47 bilhões por volta de 2020, comprovando a tendência de investimentos nesse tipo de tecnologia — o que também vai impactar na competitividade de seus detentores.

Enfim, como o Watson e a era cognitiva podem transformar o futuro das empresas?

Vale ressaltar que as transformações prometidas para o futuro — para não dizer o presente — estão ficando cada vez mais claras. Fala-se, por exemplo, em SAC 3.0, robótica e sistemas cada vez mais inteligentes para dar suporte às operações de negócio.

Isso é reflexo de uma estrutura que compreende melhor as necessidades humanas em aspectos que a tecnologia pode ajudar. Desse modo, responde com uma capacidade muito maior de oferecer auxílio real e pronto a tais demandas.

E você já pode se beneficiar dela!

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Postado por Kyros Tecnologia em 22 maio, 2017


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